Rafael Clodomiro: candidato a Escritor
"Vote em mim!"
Porém, não compare meu texto ao discurso político. Não quero a credibilidade genérica da política atual deprimente. Sou envolvido com a escrita, mantenho acordo com a Ortografia e sigo a Literatura de cada dia.
Não faço promessas, faço ameaças para impor criatividade ao escrever.
Não tenho “rabo preso”, minhas palavras são livres de qualquer mandado ou parecer.
Cultivo sim as raízes constitucionais, como a dignidade, igualdade, liberdade... sem quebrar o decoro.
Minha fidelidade também é partidária, parte dos meus leitores e às vezes, do namoro.
Há eleitores e leitores. O eleitor dá uma de cidadão ao votar em seu candidato.
O leitor dá uma de “sabichão” e pode interpretar até aquilo que não tinha no relato.
A comissão da qual me integro é do povo (seja leitores ou eleitores), promulgo a lei de iniciativa cordial.
Minha assessoria promove a “felicidade” de qualquer forma e sem prazo fixado. Esta é a minha redação final.
A vitória da eleição de um escritor é ser lido e compreendido.
Seu mandato prorroga-se enquanto é conhecido.
Escritor que é bom, usa as palavras para algum progresso
E nem a sua morte significa seu recesso.
O escritor não é cassado para suspensão.
E sim caçado pela inspiração.Texto retirado do
Blog Nova Escritapor Rafael Clodomiro
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