Clube de Autores

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Amâncio Siqueira
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Discussões de Amâncio Siqueira

Trabalho em equipe. Vamos todos juntos escrever uma obra?

Não participaria de algo do tipo, mas gostaria de sugerir algo: o assunto drogas poderia servir de tema para um romance, porém, por cada pessoa ter sua opinião, não seria interessante que todos escre…

Respondeu 16 Dez

Lista dos mais vendidos do clube

Atualizando mais uma vez: 1 - Ricardo Almeida (um dos idealizadores do clube): mirando resultados (marketing - seis meses) 600 exemplares vendidos. 2 - Lindenberg Mota - O VENENO DA HIDRA - 60 exempl…

Respondeu 14 Dez

Fonte de Inspiração

Diria Picasso: "A inspiração é uma coisa excelente, pena que não apareça quando estou trabalhando." (paráfrase)

Tag: Fonte, Escrever, Inspiração

Respondeu 14 Dez

Indignação

"Livro: Escrever é uma tarefa do Escritor Meus Textos do Recanto das Letras Por: Mauro César Bandeira de Oliveira Como é interessante escrever nem sabia que tinha esse dom, quero também ter novas…

Tag: indignação, literatura

Started 13 Dez

 

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Amâncio Siqueira adicionou uma discussão
"Livro: Escrever é uma tarefa do Escritor Meus Textos do Recanto das Letras Por: Mauro César Bandeira de Oliveira Como é interessante escrever nem sabia que tinha esse dom, quero também ter novas ideias parece que tenho que escrever muito para di…
dezembro 13
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Os dados são alarmantes: o Brasil consome uma média per capita de 2,4 livros por ano, e o maior consumidor é o governo, na compra de livros didáticos para as escolas. O mercado editorial simplesmente retornou em número de obras publicadas ao patama…
novembro 4
Amâncio Siqueira adicionou uma discussão
Pessoal, acho pertinente sabermos qual a média de exemplares vendidos por livro aqui no clube. Na matéria que saiu na globo os números foram de mais de quatro mil livros publicados e mais de dez mil vendidos. Dá pra perceber que muitos não vendem um…
outubro 25
Amâncio Siqueira adicionou uma postagem no blog
"Feliz, pelo contrário, feliz do autor que compõe sob meus auspícios! Não conhece dor nem trabalho, escreve tudo quanto lhe passa pela cabeça, imprime todos os sonhos da sua imaginação esquentada; jamais apaga, jamais corrige, persuadido de que, qua…
outubro 18
Este grupo foi criado para discutir a literatura em todas as eras. Debater, divulgar seu livro e fazer um intercâmbio legal na Comunidade do Clube de Autores. Todos estão convidados a este fórum aberto aos amigos das letras. Grato!...
outubro 7
Amâncio Siqueira adicionou uma postagem no blog
Cuenca, Verissimo e as ironias ponto_ironia Ponto de ironia (Ilustração: Blog do Ziraldo) A última polêmica a mexer com a comunidade literária (pelo menos a carioca) é tudo, menos literária: o escritor João Paulo Cuenca (Corpo Presente e O dia Mas…
outubro 2
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Caricatura: escritores russos por Liberati Deve-se comer com a mão. Recomendamos que ao final da refeição lambam-se os dedos e passe-se a língua pelos beiços. Ingredientes: • 1 colher (chá) de Gógol • 3 colheres (chá) de Ivan Bunin • 1 colher (…
setembro 26
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Imagem - O Livreiro - Giuseppe Archimboldo Sopa Francesa (pode-se comer com colher; é preferível, porém, sorvê-la diretamente do prato. Deve ser servida morna) - Num grande caldeirão: - Derrame dois litros de Vitor Hugo, - Duas xícaras de Stend…
setembro 23
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Phallos Masculinidade não é sinônimo de estupidez. A premissa fálica nos ordena a criação, o aprimoramento. O verdadeiro homem pensa com todas as cabeças que possui. Pirâmide erguida em meio ao deserto de ausências. Obelisco sobressaindo altivo, ass…
setembro 20
Amâncio Siqueira atualizaram suas fotos do perfil
setembro 18
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“Passa um homem com uma placa com os dizeres: ‘Arrependei-vos, pois o fim está próximo.’ Hagar pergunta-lhe: Como você entrou neste negócio? Ao que o homem responde: Herdei do meu avô.” De uma tira de Hagar, criada por Dik Browne Sincrônico signifi…
setembro 11
Amâncio Siqueira atualizaram seus perfis
setembro 2
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agosto 26

De passados presentes e futuros passados

“1984, de George Orwell, é a expressão de um sentimento, e é uma advertência. O sentimento que expressa é de quase desespero acerca do futuro do homem, e a advertência é que, a menos que o curso da história se altere, os homens no mundo inteiro perderão suas qualidades mais humanas, tornar-se-ão autômatos sem alma, e nem sequer terão consciência disso.”
Erich Fromm

Na primeira metade do século XX o mundo passava por problemas antigos fermentados por novas tecnologias. Ao lado da crescente onda de totalitarismos que derrotava os ideais da Revolução Francesa, do ser humano gradualmente automatizado pela Revolução Industrial, surgia um terror cada vez mais crescente: a guerra. Ora, direis, a guerra existe desde que o homo sapiens se viu frente a frente com o neandertal. Contudo, a guerra ganhava contornos mais aterradores, visto que a fotografia, o cinema e o rádio traziam os mortos para o interior dos lares. À medida que as guerras se globalizavam, em especial com duas guerras mundiais, as tecnologias bélicas se massificavam. O fenômeno das massas é específico das tecnologias do século XX. Massifica-se a morte, o trabalho, a opinião.
É neste contexto que se inserem as distopias artísticas, nas artes plásticas, no cinema e na literatura. Neste último campo destacam-se Admirável Mundo Novo, de Huxley, e 1984, de Orwell. Como este último, em meu entender, adéqua-se mais aos nossos tempos, vou abordá-lo neste espaço. O romance do autor indiano mostra um futuro no qual até mesmo a geografia ganha novos contornos, com a unificação não em blocos de países, como a atual união européia, mas de continentes inteiros sob uma única e rígida ditadura central. É neste contexto que vemos o Grande Irmão (Big Brother): um governante onipresente, onipotente e onisciente. Que tudo sabe por que todos o sabem. Sabem e temem. É incrível o fato desta narrativa que hiper-aludia aos regimes comunistas da época, em especial o stalinismo, aplicar-se perfeitamente ao capitalismo informatizado. Numa época em que os indivíduos se massificam na ânsia de aparecer, com sites de relacionamento, twittes e blogues espalhando-se como a gripe espanhola na época em que o romance foi escrito, todos parecem desejar um pouco da atenção do Big Brother. Atingimos no início do século XXI a massificação das individualidades.
Como o espaço é curto, lembrarei apenas um fato não muito destacado e até mesmo esquecido da obra: a importância da linguagem para o domínio dos indivíduos. No romance, o governo publica periodicamente novos dicionários, com cada vez menos palavras, para frear qualquer criatividade lingüística, ou seja, qualquer pensamento dissonante da opinião oficial. Quando faltam as palavras, falta o pensamento. As massas podem ser controladas, pois já não possuem opinião. Impossível não pensar em nosso tempo: há pouco mais de cem anos, os romances de Machado de Assis e José de Alencar eram publicados em forma de folhetins nos jornais diários. Eram uma leitura popular. Hoje, praticamente nenhum estudante do ensino médio consegue compreendê-los sem auxílio de um dicionário e de uma versão resumida. Em tempos de funks, forrós e sertanejos com cada vez menos conteúdo, as pessoas conhecem menos palavras e não percebem que a perda do vocabulário é a perda de sua identidade.
Há que individualizar-se. Há que se discutir, que se repensar. Ou nos tornaremos todos animais de rebanho, prontos a repetir que dois e dois são cinco, desde que assim diga o Grande Irmão. Como em verdade já tem ocorrido.

Blog de Amâncio Siqueira

Amâncio Siqueira

Resultados do mercado editorial brasileiro preocupam: brasileiro lê média de 0,9 livro não didático por ano


Os dados são alarmantes: o Brasil consome uma média per capita de 2,4 livros por ano, e o maior consumidor é o governo, na compra de livros didáticos para as escolas. O mercado editorial simplesmente retornou em número de obras publicadas ao patamar de 2000. Ou seja, o povo está pouco interessado no livro, o qu… Continuar

Postado em 4 novembro 2009 às 10:43 ‚Äî 1 Comentário

Amâncio Siqueira

De “Panis et Circenses” e cultura de massas

"Feliz, pelo contrário, feliz do autor que compõe sob meus auspícios! Não conhece dor nem trabalho, escreve tudo quanto lhe passa pela cabeça, imprime todos os sonhos da sua imaginação esquentada; jamais apaga, jamais corrige, persuadido de que, quanto mais extravagantes as asneiras escritas, tanto maior o número de admiradores, loucos e ignorantes que se extasiarão com a sua obra. Que lhe importa que o reduzido número dos que sabem leia as suas asneiras e as despreze? Os assobios de dois ou trê… Continuar

Postado em 18 outubro 2009 às 17:34 ‚Äî

Amâncio Siqueira

Ironia - Extraído do site O Livreiro

Cuenca, Verissimo e as ironias
ponto_ironia

Ponto de ironia (Ilustração: Blog do Ziraldo)

A última polêmica a mexer com a comunidade literária (pelo menos a carioca) é tudo, menos literária: o escritor João Paulo Cuenca (Corpo Presente e O dia Mastroianni), cronista permanente do suplemento juvenil de O Globo, disse em uma coluna passada que se sentia constrangido pelos seguranças de uma livraria na Zona Sul e prometeu (ironicamente) vingar-se roubando alguns livros de suas prateleiras. Mais:… Continuar

Postado em 2 outubro 2009 às 13:10 ‚Äî 1 Comentário

Amâncio Siqueira

Receitas literárias - Steak Tartare Russo


Caricatura: escritores russos por Liberati


Deve-se comer com a mão. Recomendamos que ao final da refeição lambam-se os dedos e passe-se a língua pelos beiços.
Ingredientes:


• 1 colher (chá) de Gógol
• 3 colheres (chá) de Ivan Bunin
• 1 colher (sopa) de Nabokov
• 2 colheres (chá) de páprica Gorki
•… Continuar

Postado em 26 setembro 2009 às 14:26 ‚Äî

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Às 19:56 em 27 outubro 2009, Omar Ellakkis disse...
Olá!
Acho muito pertinente sua discussão sobre a divulgação da vendagem.
Na verdade entrei ontem para essa comunidade, tenho um livro pronto( o primeiro)
mas, depois de suas observações e questionamentos, estou com medo
de imprimi-lo sob demanda.
Abraços.
 
 
 

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